O tango macabro de Cristina Kirchner

A presidente argentina Cristina Kirchner mandou que todas as informações sobre o trabalho da agência de inteligência do país sobre o atentado ao centro judaico, em 1994, fossem divulgadas. Essas informações haviam sido pedidas pelo promotor Alberto Nisman, encontrado morto no banheiro do seu apartamento hoje, em circunstâncias para lá de estranhas, num cenário montado para parecer suicídio, de acordo com peritos que lá estiveram (surprise, surprise, a polícia informou que a bala que o matou era do revólver que estava ao lado do corpo).
Nisman denunciou Cristina Kirchner e outras autoridades do governo de fazer um acordo com o Irã, para encobrir os cinco terroristas que explodiram o centro judaico, matando 85 pessoas e ferindo mais de 300. O Antagonista acredita que a ordem para divulgar as informações requeridas pelo “suicidado” Nisman é apenas uma manobra para tentar escapar da pecha de “assassina” com a qual ela vem sendo chamada desde que se noticiou a morte do promotor.
Ao que consta, esperemos que não, Nisman era o único que sabia porque havia pedido essas informações, depois de mais de uma década debruçado sobre o caso. Agora, o trabalho terá de recomeçar praticamente do zero, apesar dos 330 CDs, com documentos e escutas telefônicas, que o promotor deixou guardados num cofre. Isso se não “suicidarem” também os CDs. Vamos ver como acaba o tango macabro.


Siga a marcação de Cristina e ache o matador

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