O terrorista pode ter sido treinado na Síria

A polícia francesa, aos poucos, vai reconstruindo os massacres.

Um dos terroristas que atacaram o Bataclan, Ismael Omar Mostefai, foi identificado a partir da digital de seu dedo indicador, o único naco que sobrou de seu corpo.

Sua ficha criminal não era suficiente para colocá-lo na lista de suspeitos de terrorismo. Mas se de fato ele passou alguns meses na Síria, em 2014, como está sendo investigado agora, trata-se de mais um escândalo de incompetência dolosa por parte daqueles que são pagos e eleitos para defender o país.

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