O voto de confiança em Macron

Com seis meses de Presidência, Emmanuel Macron tem os seguintes números:

12% dos franceses o aprovam;

37% desaprovam;

50% acham que é muito cedo para avaliar.

É um resultado considerado muito bom.

O esquerdista Jean-Luc Melénchon está quietinho.

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Ler 18 comentários
  1. Interessante. O Trump, com 40% de aprovação é tido como um fracasso nos números. O Macron, com 12% recebe um “resultado considerado muito bom”. Sendo que o primeiro conseguiu engrenar a economia americana e o segundo, bom ainda não fez nada…

  2. Uma coisa que normalmente se esquece é que Macron não ia ganhar a eleição na França.
    A centro-direita estava muito na frente.
    O primeiro golpe de sorte de Macron foi quando Fillon derrotou Juppé nas primárias do Partido Republicano (centro-direita). E depois teve sorte de novo quando Fillon caiu em desgraça por uma denúncia de nepotismo, durante a campanha final.
    Ou seja, Macron não só teve sorte, mas teve sorte na ordem certa.
    Isso é importante no Brasil para ponderar sobre candidaturas que ainda podem ser ceifadas pela Lava Jato.

  3. 12 de aprovação contra 37 de desaprovação e metade indecisa? tá…no limite, daria 24 de aprovação contra 74 de desaprovação. Muito ruim. Pq a distribuição dos indecisos costuma ser igual a dos decididos.

    1. E os 4% do mandato-tampão do Temer não deve ser uma tragédia, por essa ótica.
      Veja o que querem nos entubar em 2018…

  4. O resultado parece-me muito ruim. De qualquer modo, se “muito cedo para avaliar” tem tanto peso no resultado e na avaliação de que o resultado é “muito bom”, qual é o sentido de fazer essa pesquisa agora? Honestamente, às vezes canso-me de tanta manipulação, deturpação, tendenciosidade, mentira, engano, prestidigitação intelectual, viés.

    1. Não vamos nos enganar, agora vão pipocar avaliações favoráveis a Macron, mas para consumo interno, para “provar” que o candidato de centro que está sendo formatado aqui será a melhor opção para o Brasil.
      Enganação purinha, não vamos cair nessa.