Os jihadistas nascem do racismo e da xenofobia muçulmanos

Juergen Habermas, filósofo alemão, em entrevista ao jornal Le Monde, disse…

“Os grandes monoteísmos têm origens que remontam há muito tempo. O jihadismo, ao contrário, é uma forma absolutamente moderna de reação a condições de vida caracterizadas pelo desenraizamento. Chamar a atenção, com um objetivo preventivo, para uma integração social em pane, ou para uma modernização social falida, não é naturalmente isentar os autores desses crimes da sua responsabilidade pessoal”.

É um blá-blá-blá complacente. Os autores do massacre no Charlie Hebdo eram bem integrados à sociedade francesa, assim como um dos homens-bomba do Bataclan. Vários dos jihadistas europeus têm famílias que construíram uma vida no país de adoção e puderam dar boa formação a seus filhos. A ministra da Educação da França é de origem árabe muçulmana. Muitas das vítimas dos últimos ataques em Paris também.

Quem quer integrar-se o faz. A questão é que grande porção dos que estão na França (e Bélgica, e Inglaterra, e Alemanha, e Itália) a odeia por odiar. É uma psicopatia atávica que nas nações ocidentais chama-se racismo e xenofobia. Nada a ver com modernidade.

Os jihadistas nascem do racismo e da xenofobia muçulmanos.