Samba-enredo líbio

Para facilitar a compreensão do que está acontecendo na Líbia, O Antagonista transformou o país num desfile de Carnaval:

A comissão de frente é liderada pelo mestre-sala Abdullah al-Thani, o primeiro-ministro demissionário que teve de se exilar em Tobruk depois de perder sua porta-bandeira, a capital Tripoli. Ele segue o ritmo do Ocidente, mas não vai conseguir chegar à Apoteose.

A porta-bandeira mudou de lado

A porta-bandeira Tripoli foi conquistada pelos milicianos de Omar al-Hasi, que também atua como primeiro-ministro, num parlamento de isopor, mas merece nota zero no quesito de reconhecimento internacional. A ala de al-Hasi, a Fajr Libya, é ligada à Irmandade Muçulmana.

A bateria da milícia islâmica

Os passistas da Ansar al-Sharia, que sempre representaram a velha guarda da Al Queda, agora se aliaram ao Exército Islâmico. Eles tomaram Derna e impuseram a sharia. Sua última alegoria foi a decapitação de 21 coptas.

A ala das baianas do terrorismo

Bengasi, a segunda maior cidade da Líbia, está dividida ao meio, entre governistas e milicianos islâmicos, e receberá uma nota baixa em evolução, harmonia e conjunto. Vários carros alegóricos estão queimando na dispersão dos componentes.

Carros alegóricos queimam na dispersão

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