Se eu não puder ser mártir…

Não se sabe qual será o fim dos Irmãos Kouachi, evidentemente, mas uma coisa é certa: ao contrário dos jihadistas do Oriente Médio, dispostos a explodir-se em nome de Alá, os cooptados entre os jovens da Europa prezam um pouco mais a própria vida. Matam, mas não querem ser mártires.

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