'Super Mario' tenta salvar a Itália

Super Mario tenta salvar a Itália
Foto: Francesco Ammendola/Ufficio per la Stampa e la Comunicazione della Presidenza della Repubblica

O economista Mario Draghi, apelidado de “Super Mario” na época em que comandava o Banco Central Europeu, aceitou nesta quarta-feira (3) o convite do presidente da Itália, Sergio Mattarella, para tentar formar um governo de coalizão e se tornar primeiro-ministro do país.

Em declaração breve, Draghi, de 73 anos, afirmou que a Itália enfrenta um momento difícil e que vai procurar o Parlamento com respeito.

O economista enfatizou que os deputados são a expressão da vontade popular —ele sabe que há resistências a formar um governo chefiado por um tecnocrata, como foi o caso de Giuseppe Conte, também nunca testado nas urnas.

Na sua gestão no BCE, Draghi ficou célebre por dizer, em 2012, que a instituição faria o que fosse preciso (“whatever it takes”) para preservar o euro. Conseguiu.

Formado em economia pela Universidade La Sapienza de Roma, com doutorado no MIT, “Super Mario” também comandou o banco central italiano antes dos seus quase oito anos no BCE e foi vice-presidente do Goldman Sachs.

Já é um currículo melhorzinho que o de um Kassio Nunes Marques.

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