“Um homem branco normal”

Um dos terroristas anti-islâmicos da Nova Zelândia, o australiano Brenton Tarrant, definiu-se como “um homem branco normal”.

Durante a transmissão ao vivo dos atentados, ele disse que se inspirava no terrorista de Utoya, na Noruega, e que queria “matar os invasores estrangeiros”.

Nos carregadores dos fuzis, os terroristas homenagearam desde Luca Trani, que disparou contra imigrantes no ano passado, no sul da Itália, até Sebastiano Venier, herói veneziano da batalha de Lepanto, contra os turcos, no século 16.

A Lava Jato pode abrir mais uma caixa preta. SAIBA MAIS

Temas relacionados:

Comentários temporariamente fechados.

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem.

    1. Isso é tática de segregação da extrema-esquerda de direita anti-fascista-bolivariana de centro. Usam as pessoas como peões nesse xadrez humano.

Ler mais 10 comentários
    1. Isso é tática de segregação da extrema-esquerda de direita anti-fascista-bolivariana de centro. Usam as pessoas como peões nesse xadrez humano.

    1. José, vc tem tda razão, Esses insanos fazem isso em busca d projeção e perpetuação dos nomes na história. Não devemos mencionar os nomes nunca.

    2. A violência está latente no ser humano… mesmo aqueles que julga pregar a paz, mas acaba praticando a violência em algum ponto..

    3. O ser humano é mau e o problema é que as religiões são construídas pelos homens maus e violentos que pregam a paz mas praticam as violências embora tenham a imagem de si como bons..