Vai uma San Pellegrino, Dilma?

O escândalo do momento em Israel (não o maior) é o “bottlegate”. Sara Netanyahu, mulher do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, foi acusada pela ex-governante da residência oficial em Jerusalém, Meni Naftalii, de ficar com o dinheiro do depósito das garrafas devolvidas a supermercados. De acordo com Meni Naftali, Sara Netanyahu teria embolsado o equivalente a cerca de seis mil reais com o expediente.
O problema é que, como as garrafas foram compradas com o dinheiro do contribuinte, o dinheiro do depósito pertence ao Estado. “Ela mandava comprar garrafas compulsivamente”, disse Meni Naftali, que processa o casal Netanyahu por trabalho abusivo.
A água preferida de Sara Netanyahu é a italiana San Pellegrino.
O total de gastos de Dilma Rousseff e a sua equipe pessoal foi de 8,8 milhões de reais em 2014, 51% a mais do que no ano anterior. Todos realizados com cartões corporativos da Presidência da República. Como boa parte das despesas é sigilosa, ninguém sabe qual é a água mineral mais ao gosto de Dilma Rousseff, a ex-guerrilheira de esquerda. A menos que surja uma Meni Naftali em Brasília.

Sara Netanyahu prefere San Pellegrino. E
Dilma, a ex-guerrilheira de esquerda?