Zorba, o grego, e uma sugestão para o Brasil

Alexis Tsipras faz a dança esperada de Zorba, o Grego Radical, na companhia do seu ministro da Fazenda, Yanis Varoufakis, mas já encontrou uma forma de acalmar os vizinhos — e, assim, tentar continuar dentro da Zona do Euro, onde uma Grécia bem-comportada poderá usufruir do crédito abundante proporcionado pelo Super-Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu (BCE), que começou a injetar 60 bilhões de euros por mês na economia dos países membros.
O calmante chama-se Lazard, o mesmo banco de investimentos que ajudou a Grécia a fazer o acordo com a Troika (BCE,, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional), em 2012. O Lazard tem tradição em renegociar dívidas de países encrencados. Além de Grécia, já assessorou a Argentina, a Costa do Marfim, o Iraque e o mais rico da turma, a cidade de Nova York.
O Antagonista sugere que, na Constituição Brasileira, escreva-se que o ministro da Fazenda tenha de ser necessariamente americano, inglês ou alemão de nascença e língua natal. É a única cota capaz de salvar a pátria.


Zorba e seu amigo dançam e o Lazard negocia