Deixa rolar

Para o Itaú, não interessa o que o Copom fará com a taxa de juros na reunião da semana que vem (mesmo porque, ela deve ficar onde está). O que importa é qualquer pista que dê sobre o que fará em outubro.

Se copiar e colar o comunicado de julho, o mercado verá o BC ainda desconfiado de que a inflação de 2017 não aponta para a meta de 4,5% e, portanto, é preciso esperar mais para cortar os juros.

O problema é que ninguém tem bola de cristal e, por isso, indicar em agosto uma decisão a ser tomada em outubro é arrisca-se demais. Dito isso, o Itaú acredita que o Copom fará de tudo para não se comprometer tanto, à espera de novos dados da economia.

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