Haja calmante

O BTG Pactual ainda se ressente dos problemas causados pela prisão de seu fundador, André Esteves, pela Lava Jato.

Embora afastado do comando pelos demais sócios, sua sombra pesou sobre a queda de 8% no lucro líquido do segundo trimestre sobre o mesmo período de 2015, somando R$ 940 milhões. A carteira de crédito recuou 15%, para quase R$ 62 bilhões.

Como manda o protocolo do mundo corporativo, toda a crise gerada pela prisão de Esteves foi resumida a “uma situação de muito estresse” por Pérsio Arida, presidente do conselho do banco.

Faça o primeiro comentário