Indecisão americana; alegria brasileira

A diretoria do banco central dos EUA, o Fed, continua dividida quanto a uma nova alta dos juros, e quem agradece são os países emergentes como o Brasil.

A ata da última reunião do Fomc (a versão americana do Copom) reforçou a avaliação dos economistas de que os juros só voltarão a subir, por lá, em dezembro.

O efeito prático dessa demora será aumentar a disposição dos investidores para aplicar dinheiro em mercados mais arriscados, como o Brasil. Trocando em miúdos: a Bolsa deve ganhar um empurrão para cima. Já o dólar tende a cair ainda mais.

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