Tudo a mim; nada a vós

Pode sair praticamente de graça, para os Estados, a renegociação de suas dívidas com a União.

Isso porque a Câmara já articula a retirada de uma das únicas duas contrapartidas que sobraram do projeto inicial que regulamenta o acordo. Trata-se do veto ao reajuste de servidores públicos estaduais por dois anos, considerado “inegociável” por Meirelles, da Fazenda.

Restaria, portanto, apenas uma exigência: a de que os gastos estaduais não subam além da inflação por dois anos, segundo o Estadão.

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