Coitado do França

Coitado do França
Foto: Marcos Corrêa/PR

Como registramos há pouco, o novo chanceler Carlos Alberto França destacou em seu discurso de posse que a política externa tem três urgências: “A urgência no campo da saúde, a urgência da economia e a urgência do desenvolvimento sustentável”.

Primeiro, disse que “serão crescentes os contatos com governos e laboratórios, para mapear as vacinas disponíveis”. O problema é que o governo de Jair Bolsonaro perdeu o timing na compra das vacinas e, agora, tem mais de 430 milhões de doses contratadas com cronograma de entrega incerto.

Depois, afirmou que a “agenda da modernização da economia é fundamental”. “Como ensina o Presidente Bolsonaro, o brasileiro quer vacina e quer emprego. Não há modernização sem mais comércio e investimentos”. Desde a ingerência de Bolsonaro na Petrobras, os investidores retiraram R$ 15,9 bilhões da Bolsa.

Por último, falou que estamos diante de oportunidade de manter o Brasil na vanguarda do desenvolvimento sustentável e limpo”.

Temos a mostrar uma produção agropecuária que, além de ser capaz de alimentar o planeta, tem a marca da sustentabilidade. Temos a mostrar, ainda, uma legislação ambiental que é das mais rigorosas do mundo.” Ricardo Salles ainda é o ministro do Meio Ambiente.

A urgência real do Brasil é o impeachment de Bolsonaro.

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