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Acusada de prejuízos em Maceió, Braskem encerra extração de sal

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A Braskem, alvo de ações judiciais que somam quase R$ 40 bilhões por suas atividades de mineração em Maceió, anunciou o fim das atividades de extração de sal-gema na cidade, informa o Estadão.

Ruas e casas da capital alagoana apresentam rachaduras e desníveis, e autoridades afirmam que três bairros estão afundando em razão das operações da empresa.

Segundo comunicado enviado ontem ao mercado, a Braskem propôs à Agência Nacional de Mineração a criação de uma área de resguardo no entorno de 15 dos 35 poços que compõem as operações da mina. “Com isso”, diz o Estadão, “serão desocupados 400 imóveis e removidas 1,5 mil pessoas”.

Apesar de propor a remoção das famílias, o fechamento da mina e a área de resguardo, a petroquímica nega estar assumindo a culpa pelo afundamento.

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Comentários

  • PAULO -

    Alagoas , terra do Renan Calheiros, vamos ver como ele se comporta em defesa do estado dele. Eleitores das Alagoas, atenção com o descaso dessa empresa.

  • LUIS -

    E a ANM, aparelhada por petistas em cargos comissionados há décadas, tem em aAlagoas um exemplo didático de sua "regulação".

  • Jose -

    O governo de Renan Calheiros fazendo populismo acusou a empresa sem provas e agora perde não só os empregos mas também a maior fonte de arrecadação de impostos do estado. Parabéns família Calhe

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