A carta aberta de Ana Paula contra o golpe da testosterona

 

Ana Paula Henkel publicou no Estadão uma carta aberta às entidades esportivas, sobre o absurdo de transexuais masculinos, com corpos construídos por testosterona, poderem competir no esporte feminino.

É um texto extraordinário pela limpidez com que ela trata o assunto — que, nas nossas palavras, vamos chamar de “golpe da testosterona”.

É longo, mas vale a pena ler:

“Esta é uma carta aberta aos dirigentes do Comitê Olímpico Internacional (COI) e estendida aos dirigentes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), da Federação Internacional de Vôlei (FIVB) e da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), em defesa das modalidades femininas dos esportes profissionais.

Prezados,

Antes de tudo, quero agradecer ao COB e à CBV pela oportunidade de representar meu país em quatro Olimpíadas e inúmeros mundiais no vôlei de quadra e de praia. Foram anos de enorme sacrifício e prazer testemunhando diariamente os valorosos ideais do Barão de Coubertin, ideais que morarão para sempre em minha alma.

Poder representar meu país entre os melhores do mundo é a maior honra que qualquer atleta pode sonhar na carreira. Entre os títulos alcançados, certamente a confiança depositada em mim, de que eu representaria com respeito e dignidade o esporte brasileiro durante 24 anos da minha vida, está entre as mais importantes conquistas da minha carreira.

É com respeito mas com grande preocupação que escrevo às entidades responsáveis pelo esporte sobre a ameaça de total desvirtuação das competições femininas que ocorre atualmente com a aceitação de atletas que nasceram homens, que desenvolveram musculatura, ossos, capacidade pulmonar e cardíaca como homens, em modalidades criadas e formatadas especificamente para mulheres. Se alguém tem que ir a público e pagar um preço em nome da verdade, do bom senso e dos fatos, estou disposta a arcar com as consequências. O espaço conquistado de maneira íntegra por mulheres no esporte está em jogo.

Tenho orgulho de ser herdeira dos valores que construíram a civilização ocidental, a mais livre, próspera, tolerante e plural da história da humanidade. Este legado sociocultural único permitiu que nós, mulheres, pudéssemos conquistar nosso espaço na sociedade, no mercado e nos esportes. Na celebração das diferenças é que nos tornamos ainda mais unidos, homens e mulheres, dentro e fora das quadras. E é apenas com esse legado que podemos olhar para cada indivíduo como um ser único e especial.

Num tempo em que a militância política condensa e resume o pensamento às pautas ideológicas para negar a realidade, não é difícil identificar a armadilha em que as entidades esportivas caíram e que podem levar junto todo o esporte feminino. Sabemos da força do esporte para elevar o espírito humano acima das guerras e conflitos, especialmente a cada quatro anos, quando durante três semanas mágicas testemunhamos o que há de melhor e mais nobre em todos nós. É esse legado que precisamos defender.

A verdade mais óbvia e respeitada por todos os envolvidos no esporte é a diferença biológica entre homens e mulheres. Se não houvesse, por que estabelecer categorias separadas entre os sexos? Por que colocar a rede de vôlei masculina a 2,43m de altura e a feminina com 2,24m? Basta uma análise superficial com um mínimo de bom senso no porte físico de jogadores de basquete masculino e feminino para entender que não são intercambiáveis.

A nadadora americana Allison Schmitt estabeleceu o recorde mundial dos 200 metros (livre) em 1:53.61, um feito admirável, mas quando comparado aos 1:42.96 de Michael Phelps na mesma prova só evidencia a óbvia diferença física entre homens e mulheres. Seleções de futebol feminino costumam treinar (e perder) de times masculinos sub-17. Os exemplos são infinitos de como não faz sentido misturar homens e mulheres em modalidades onde a força física faz diferença no resultado final.

É justo simplesmente fingir que estas inegáveis diferenças biológicas não existem em nome de uma agenda político-ideológica que servirá para cercear um espaço tão duramente conquistado pelas mulheres ao longo de séculos? Como aceitar homens “biológicos” em competições como lutas, batendo impiedosamente em mulheres e ainda ganhando dinheiro, fama e medalhas por isso? Será que todos enlouquecemos ao permitir tamanho descalabro?

Médicos já começam a se pronunciar sobre a evidente vantagem de atletas transexuais no esporte feminino e contestam a recomendação feita pelo COI de permitir atletas trans de competirem entre mulheres com apenas um ano com o nível de testosterona baixo. Inúmeros fisiologistas já atestaram que esse parâmetro estabelecido pelo COI não reverte os efeitos do hormônio masculino na já finalizada construção de ossos, tecidos, órgãos e músculos ao longo de décadas. Treinadores de voleibol no Brasil e na Itália já relatam que agentes esportivos estão oferecendo atletas trans que já podem competir no vôlei feminino, homens biológicos que ocuparão o lugar de mulheres nos times. Até quando vamos assistir calados a tudo isso? Eu me recuso.

Esportistas em geral e jogadoras de vôlei em particular estão sendo patrulhadas e cerceadas na sua liberdade de expressão. Muitas não expressam sua indignação pela total falta de proteção das entidades esportivas, coniventes com esse disparate. “É uma diferença muito grande e nos sentimos impotentes”, relata Juliana Fillipeli, atleta do time de vôlei do Pinheiros, depois de assistir Tiffany Abreu, ex-Rodrigo, vencer seu time e ser, mais uma vez, recordista em pontos na partida. Tiffany, que jogou na Superliga Masculina no Brasil como Rodrigo, é hoje a maior pontuadora da Superliga Feminina em apenas poucos jogos, deixando para trás a campeã olímpica Tandara, uma das melhores atacantes do Brasil e do mundo.

Durante 24 anos dedicados ao voleibol, fui submetida ao mais rigoroso controle antidoping por todas as entidades esportivas, incluindo a Agência Mundial Antidoping (WADA). Fui testada dentro e fora das competições para provar que meu corpo não estava sendo construído em nenhum momento da minha vida com testosterona. De todos os testes, um dos mais importantes para mulheres é o que mede exatamente o nível do hormônio masculino, proibido de ser usado ou mesmo de ser naturalmente produzido em qualquer fase da vida de uma atleta mulher, além do permitido.

Em resumo, desde a adolescência preciso provar, cientificamente, que sou mulher para competir e depois manter minhas conquistas, títulos e medalhas. Quantas mulheres não perderam títulos ou foram banidas do esporte especificamente por conta deste hormônio que sobra num corpo masculino normal? Havia uma relação de confiança mútua entre atletas, entidades e confederações para garantir o esporte limpo, justo e honesto, sem atalhos ou trapaças. Esta relação está a um passo de ser quebrada.

O material colhido de anos atrás para testes antidoping de todos os atletas, como eu, continua guardado até hoje e pode ser novamente acessado e testado. Uma nova medição que constate níveis incompatíveis de testosterona num corpo feminino pode retirar títulos retroativamente, conquistas de anos ou décadas anteriores. Este nível de rigor foi totalmente abandonado para acomodar transexuais que até pouco tempo eram homens, alguns deles tendo competido profissionalmente como homens. O que uma amostra de anos atrás de atletas transexuais femininas acusaria? É simplesmente inaceitável.

O combate ao preconceito contra transexuais e homossexuais é uma discussão justa e pertinente. A inclusão de pessoas transexuais na sociedade deve ser respeitada, mas essa apressada e irrefletida decisão de incluir biologicamente homens, nascidos e construídos com testosterona, com altura, força e capacidade aeróbica de homens, sai da esfera da tolerância e constrange, humilha e exclui mulheres.

Assistimos atualmente entidades esportivas fechando os olhos para a biologia humana na tentativa de ludibriar a ciência em nome de agendas político-ideológicas. Assistimos atualmente um grande deboche às mulheres e a cumplicidade dos responsáveis pelo esporte no mundo com a forma suprema de misoginia. Uma declaração de boas intenções das entidades encarregadas de proteger o esporte escrupuloso e correto não é suficiente para justificar tamanho absurdo.

O esporte sempre foi um grande e respeitado veículo de conquistas femininas, uma arma que sempre evidenciou o mérito das mulheres àqueles que tentaram impor limites aos sonhos de todas que lutaram e lutam para mostrar nosso verdadeiro valor, talento, capacidade de superação e mérito. Numa semana em que celebramos Martin Luther King Jr., deixo aos dirigentes do esporte mundial uma de suas célebres frases: “Nossas vidas começam a terminar no dia que nos silenciamos para as coisas que são realmente importantes.”

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  1. Ana Paula….Não poderia ler um texto tão oportuno quanto esse. Além da ótima jogadora que você foi, não imaginava isso que li. Ótimo texto num problema muito atual. Você colocou um dedo na ferida viva. Homem é homem…mulher é mulher

    1. Por que não criam uma terceira categoria ?
      Aí os esportes se dividiriam em masculino, feminino e ‘vale tudo’…

  2. Se a Ana Paula participasse das competições de tiro ou arco e flecha, ganharia infindáveis medalhas, bastando que sua pontaria fosse tão certeira quanto esse texto.
    Quanta lucidez e assertividade. Não conhecia essa faceta dessa excepcional atleta. Quisera que outras personalidades usassem de sua projeção para expor assim tão limpidamente suas opiniões, sem exageros, pieguices ou irracionalidades, como se vê em seu texto.
    Parabéns, Ana Paula, por sua clareza e visão, e também pela coragem. Como é bom ver pessoas defendendo corajosamente suas posições…

  3. Grande garota!!! “A verdade mais óbvia… é a diferença entre homens e mulheres…”, Ana Paula, não está apenas no esporte, mas na Natureza, que tem sido achincalhada de todas as formas vis, nos últimos tempos. Quem tem o que é seu dá a quem quer. Não tenho nada a ver com vida particular de ninguém, mas, na hora em que esse particular começa a virar “costume”, num esforço asqueroso de empurrar goela abaixo de pessoas normais seus ritos esquizofrênicos, aí a gente sente que tem alguma coisa sobrando. Hoje, falta só inventarem tirar leite de escroto de boi.

  4. Se inversa fosse a situação, alguém nascido mulher viesse a se transformar em um ser do sexo masculino seria aceito para jogar em um time masculino, ou melhor conseguiria? Teria condições físicas para se igualar aos seus (agora) pares? Com certeza não teria convite para jogar em qualquer dos times atuantes. Daí a assertiva do texto da nossa campeã Ana Paula.

  5. Parabéns Ana Paula!!!
    O Melhor seria a turma do LGVT criar uma terceira categoria, que incluiu todo tipo de trans, com suas regras e esportes específicos, assim como eles já fazem sua passeata em todo mundo.

  6. Excelente como sempre!
    As feministas esquerdistas vão se pronunciar? Ah, Ana Paula não é ‘de esquerda’ e tem ótimos argumentos, é extremamente inteligente e já provou como esportista e agora como colunista.

  7. Irretocável. É tão óbvio que só posso imaginar que hajam outros intere$$es$ por trás decisão. Decididamente, não se trata de ideologia ou de politicamente correto. A explicação, com certeza, é outra.

  8. Parabéns, Ana Paula. Estava discutindo isso ontem numa roda. Trata-se de um homem competindo entre mulheres. E muitos estão calados, totalmente compreensível, com medo de represálias, inclusive o Bernardinho e o Zé Roberto. Vamos esperar omissos até que surja um time feminino de ponta composto só por transexuais? Quando isso acontecer será o fim do esporte feminino.

  9. Apesar de toda a argumentação da querida Ana Paula pode-se resumir numa linguagem mais corriqueira: se o cara resolve queimar a rosca isso é problema dele porém as “otoridades” esportivas quererem igualá-lo às magníficas mulheres é muita viadagem e falta do que fazer.

  10. .
    Desde Mendel se sabe que, no nível cromossômico se encontra um decreto de natureza divina: HOMEM É HOMEM É MULHER É MULHER. XY NUNCA vai ser XX.
    Eu admiro a coragem e a clareza desta mulher, que se levanta contra o intenso vilipêndio das mulheres e aquilo que a natureza, divinamente, lhes atribuiu.
    Sentir e emular é uma coisa e existem direitos garantidos para tanto. Ser, por natureza e destino, é outra…

  11. Ana Paula, você está de parabéns. Escreveu com conhecimento e concluiu de forma respeitosa. Lamentavelmente as entidades que administram o esporte estão se submetendo à histeria da minoria politicamente correta. A permanecer o que vólei permitiu, será o fim do esporte profissional para as mulheres.

  12. Parabenizo a Ana Paula, esse texto dela mostra a dignidade, o amor ao esporte tanto quanto foi durante toda sua vida de atleta. Concordo plenamente com tudo o que ela escreveu, corretíssima em sua colocação. Assim todos nossos dirigentes tivesse a mesma dignidade que essa ex atleta e hoje diretora da CBV muitas coisas hoje seria diferente. PARABÉNS ANA PAULA.

  13. Absolutamente pertinentes as considerações de Ana Paula. Aplaudindo de pé sua coragem de protestsr contra transexuais nas equipes femininas.
    Se é assim pteparem uma nova categorias.

  14. Uma carta que chega a ser exageradamente brilhante para tratar de um assunto que não passa de uma palhaçada ridícula e que um dia será motivo de vergonha por sequer ter sido considerado como uma opção razoável e racional. Façam-me o favor!!

  15. Nem podia imaginar que isso existe !!! Mas que falta de bom senso. Espero que o artigo de Ana Paul chegue aos olhos de alguma autoridade com cérebro, para impor sua autoridade, e, imediatamente revogar o dispositivo legal que permite esse absurdo. Parece que nosso país faz questão de aceitar ou mesmo criar as maiores aberrações em todos os campos !

  16. Irretocável seu artigo Ana Paula. Espero que ele não repercuta somente
    no meio esportivo. Parabéns pela sua coragem, porque muita gente vai espernear com as verdades ali contidas.
    Tive oportunidade de fazer uma selfie com você no Arraial d’Ajuda mas me faltou coragem. Sua mesa estava a uns 4 metros da minha. Você até bateu uma bolinha na quadra de areia com uma amiga. É de gente assim que precisamos. Mais uma vez, parabéns

  17. Excelente texto! De uma clareza e embasamento em fatos inegáveis. Independentemente da estridência militante que nega o óbvio, diferenças biológicas entre homens e mulheres permanecem à revelia de disforia de gêneros. É uma vergonha que no esporte, que deve prezar pelo mérito e pela simetria de condições baseadas em dados reais, permita uma trapaça dessa natureza!!

  18. Como uma mulher transgenero em processo de transição aos mais de 60 anos de idade, não posso deixar de concordar inteiramente com a Ana Paula. 60 anos de testosterona (ou 20 que seja) deixa marcas indeléveis no corpo, todas que fazem a transição após a puberdade sabem disso. Uma mínima leitura da literatura científica disponível mostra que não há reversão de inúmeras características masculinas, entre elas força muscular.

  19. Emocionante ler o relato da nossa grande campeã e guerreira Ana Paula! Foi extremamente sensata e lúcida! Que sua voz seja ouvida e surte efeito frente a surdez promovida pelo politicamente correto e pela agenda globalista!!!

  20. Hoje em dia só fazendo um ultrasson abdominal para saber se é mesmo uma mulher.
    COI vai acabar cedendo às pressões que irão surgir em grande número das próprias atletas – lembrando que são profissionais – e passará a exigir a realização de exames como o ultrasson.
    Triste, mas é isso mesmo.

  21. Texto sensacional, lúcido, corajoso! O mundo está ficando muito chato! Em todas as esferas! As ditas minorias, e seus defensores, usam réguas e medidas de acordo com suas conveniências e circunstâncias. Somos iguais no respeito que merecemos! Então não vamos extrapolar, combinados? Estão querendo nos fazer perder a noção do que é ser, simplesmente, gente. E que gente tem diferenças que precisam ser respeitadas, dentro de cada realidade. Neste caso específico que Ana Paula comenta, não estariam desrespeitando as mulheres esportistas, em nome de uma outra luta? Pois então que se crie – além da modalidade “masculino” e “feminino” – a categoria esportiva trans, que para ser justa, tem que ter também as duas modalidades. Bom senso nunca é demais, minha gente!

  22. Parabéns pela coragem.. Hoje é cada vez mais difícil argumentar com a seita do politicamente correto.
    E até funcionar, que os times femininos se recusem a competir com ou contra times mistos/trans… Não joguem, fiquem de braços cruzados, não entrem ou saim de campo logo após denunciarem a situação, recusem (esta é mais difícil, reconheço) patrocínio de marcas que adotem o politicamente correto como virtue signalling, e não estão nem aí para competições justas…

  23. Corretíssima!!!!
    Criem os primeiros jogos olímpicos LGBTJSBIELWDMCNJCHDHWBADKVLH . . . mas tem que ser aqui . . . o Brasil tem pedigreeee para essas coisas exóticas . . . assim o estrangeiro não estranha.

  24. file:///C:/Users/usuario/Downloads/elle%20bradford.html
    Voces diriam, somente olhando, que esta mulher da foto é transexual e faz o tratamento hormonal há 9 anos?
    Com um pouco de pesquisa, saberiam que as mudanças no corpo de uma mulher transexual ocorre gradualmente e bastante. Eu sou biologicamente uma mulher cis e tenho visivelmente, naturalmente e muito mais massa muscular e características masculinas do que essa mulher da foto.
    Então, uma vez que produzo naturalmente mais testosterona que a maioria das mulheres, vão fazer o que com o meu tipo? Jogos para mulheres com mais testosterona?
    O problema do texto se chama diferenças!

    1. Existe também uma grande diferença entre fazer a transição aos 15 anos (como a pessoa da foto que você mostrou), quando o corpo do adolescente ainda não está completamente formado e ainda não atingiu o auge da produção de hormônios, e fazer a transição aos 29 anos (caso da atleta) quando você já atingiu o ápice de sua forma física masculina.

    2. Anna, não é isso que Ana Paula diz, não se trata de aparências.
      Ficar na margem do ‘politicamente correto’ é confortável, mais muitas vezes não é razoável.

    3. Olha com toda a testosterona que você como mulher possuí ainda assim vai te faltar massa muscular, tamanho do coração, caixa toráxica, calibre de artérias e veias e ossos que um home tem. Leia o texto novamente pois alguma coisa certamente você deixou passar e não entendeu.

  25. 02 décadas ( ou 2,5) de testosterona a 230 a 1.500 ng/dL. (val. ref. de homens)
    02 décadas ( ou 2,5) de testosterona a 20 a 50ng/dL. ( val. ref. das mulheres ).
    Não serão em 01 ano, 02 ou 03 anos que a massa muscular, tamanho do coração, caixa torácida (estruturas rígidas), calibre de artérias e veias, etc mudarão.
    Triste, CEGO, imprudente a atitude desses dirigentes.
    obs. sem preconceitos ; então que se faça uma liga pra trans !

  26. Parabens tem que ter coragem para enfrentar essas esquerdistas histéricas e burras, se ele se sente mulher, mas seu corpo é de um homem, infelizmente para ele vai ter que jogar no time masculino, simples assim.

  27. Honestamente, arrepiei!!Texto lúcido, íntegro, reto e objetivo. Em tempos de pós-modernidade a pauta é quebrar paradigmas, sejam eles bons ou ruins. Tudo em nome do “politicamente correto”, do pós, do ‘revolucionário’. É como se todos quisessem aparecer bem na foto, ou melhor na self. Daí a obsessão por agendas político-ideológicas que, como a autora muito bem definiu, só servem para camuflar a realidade. Eu desconhecia esse “momento” do esporte feminino. Lamento profundamente o que as atletas biologicamente femininas estão passando. Espero que essa maravilhosa carta seja o estopim para um debate sério sobre o assunto. Não é subtraindo o direitos femininos que serão resolvidas as questões dos transexuais. Dessa maneira, no lugar de agregar, estaremos é segregando mais. Parabéns, Ana Paula!

  28. Com certeza ela vai ter de arcar com as consequências do linchamento da patrulha ideológica. O que me incomoda é que cada dia mais falar verdades simples e óbvias está se tornando um ato de bravura e coragem. A verdade liberta, mas é dura; enquanto a mentira é confortável.

  29. Super simples de se resolver o impasse: Basta as mulheres deixarem de participar de competições onde tem transsexuais. Queria saber o que os cartolas corruptos do COB e do COI iriam fazer.

  30. Coxinha homofobica! De onde já se viu proibir o público oprimido gay só porque nasceu homem… ela tem culpa? O que importa é como a pessoa se sente… eu por exemplo me sinto o supremo senhor Pica das galáxias e acho que todos deveriam se curvar perante mim. Mas isso ainda vai ter que esperar um pouco. As transexuais tem que sentar a porrada nas mulheres mesmo.. tomar o espaço e subverter qualquer valor porque isso sim é politicamente correto. Logo estaremos vivendo o absoluto lixo social. Mas estaremos corretos. E é isso que importa. Tenho pensado em me tornar um centauro anão com olho de ciclope…. aposto nessa tendência… e por favor… me tratem como tal!

  31. e não se o Pablo Vittar vai para a próxima Olimpíada.
    Primeiro a necessária limpeza política com os quadrilheiros presos, depois será o momento de reconstruir o país e o esporte tem um papel muito importantemente para inclusão social.
    Parabéns por sua carreira brilhante representando as cores da nossa Bandeira mundo a fora!

  32. Grande manifesto da excepcional Ana Paula, que não é apenas uma atleta fenomenal, mas uma mulher de inteligência e valores igualmente excepcionais. Nós todos estamos atônitos com o que esta se passando no esporte e a destruição dos fundamentos mais elementares da atividade competitiva esportiva. Em nome de que mesmo se atira ao lixo uma das mais formidáveis formas de pacificação e irmandade fraterna que é tão necessária no nosso país e no nosso planeta? Vamos colocar nome e sobrenome nos autores de tal vilania e exigir que nos reparem de tal crime.

  33. Belíssimo texto Ana Paula!
    Parabéns pela coragem em abordar assunto tão claro e, ao mesmo tempo tão controverso, nessa quadra “progressista ideológica” que vivemos.
    Não desdenho de qualquer opção sexual. Cada um sabe de si.
    Mas mulheres e os seus espaços, devem ser respeitados.
    Agora a invasão chega ao esporte.
    Nesse caso específico, as questões físicas e biológicas mostram o óbvio.

  34. Magnífico! Parabéns a Ana Paula pela sua coragem!
    Esse texto deve ser replicado em todas as mídias pois é de total lucidez e honestidade.
    Vivemos tempos difíceis……..Urge exterminar com o “politicamente correto”!

  35. Rui Babosa, mui corretamente, já lecionava: “A igualdade implica em tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais”. Se o indivíduo não pode ser enquadrado como homem ou mulher, não pode ser reconhecido gênero masculino ou feminino. A justa solução é criar uma terceira liga, ou simplesmente proibir a competição profissional, o que tipificaria o tratamento desigual para quem não se iguala a biologia natural dos seres.

  36. Concordo com a Ana Paula e digo mais: TRANSEXUAIS NÃO são Homens nem Mulheres. O mais sensato seria CRIAR A CATEGORIA ESPECÍFICA deles onde deveriam COMPETIR ENTRE SI, TRANSEX CONTRA TRANSEX, assim como homens competem entre homens e mulheres competem entre mulheres!! Falei e espero que REPITAM O QUE EU DISSE, com todo o respeito! Tenho vários amigos trnasex e já me disseram que concordariam!!

  37. E as feministas onde andam?
    Ana paula escreveu o óbvio que todos estão vendo,basta olhar o porte físico da tifanny abreu com as outras jogadoras,nem os médicos desmentiram o que ela escreveu.
    É preciso separar sim a luta contra o preconceito contra transex do princípio de igualdade de condição das mulheres de competir no esporte feminino, se continuar em pouco tempo as mulheres não terão espaço em suas modalidades por transex está claro isto. Parabéns a Ana Paula

  38. bom texto e quem ve a pagina principal do uol(grupo abril petista ao extremo), está tendo vários titulos com trans no esporte, principalmente no voleibol….. este grupo abril está conseguindo ser pior que a globo

  39. O futuro do Brasil, está representado pelos homens e mulheres, com menos de 50 anos de idade. Infelizmente, um considerável número dos que tem mais de cinquenta, são adeptos do revanchismo criado e maturado durante os anos do regime militar e dos anos seguintes, estimulados pela ideologia nada republicanas e muito menos moralistas. ANA PAULA, JUNTA-SE ÁS FIGURADA DE JANAÍNA PASCHOAL, SERGIO MORO, BRETAS, DALLAGNOL e outras tantas que estão surgindo.

  40. A inteligência intelectual e integridade moral deste texto constitui uma fabulosa descrição do problema atual de que não é possível lutar pela igualdade em guerra com a realidade das coisas. A questão central de Henkel é que colocar transexuais no lugar de mulheres para derrotar outras mulheres é apenas uma versão da cultura de anulação das mulheres que essas mesmas pessoas dizem combater. Parabéns.

  41. Ótimo texto de Ana Paula! Contudo, a citação a este ser, Marthin “Lucifer” King, não é aceitável por um cristão e conservador que é contra este plano maligno de Marxismo Cultural com o objetivo maligno de destruir a família cristã!

  42. Esse he o plano,acabar com homem-mulher,ficar todo mundo androgino ou transexual,dai nao se faz mais filhos,a populacao diminui e os biliardarios da oligarquia mundial vao esvaziando o planeta pra ficar so eles com suas familias e descendentes.

  43. Ele nasceu homem, não tava satisfeito e quis se ” transformar” em mulher.. ok, direito dele, mas daí querer jogar a liga feminina de vôlei e desrespeitar as regras mais elementares do esporte.. não neh.. para por aí.

  44. Além de ótima jogadora, ainda escreve muito bem. Mais claro que isso impossível. Espero que as jogadoras atuais não se acovardem e abracem essa bandeira da Ana Paula. Parabéns!!!

  45. Li todo o texto e só posso deduzir que essa moça está com inveja das atletas trans e com uma boa dose de homofobia também. É preciso incluir e não excluir os transgêneros. Para onde então vão mandar os atletas trans? Vão jogar em qual time? O masculino alega que não é homem, o feminino alega que não é mulher e assim os trans vão passando por mais sofrimento e rejeição pela vida. É preciso que essa gente vaidosa pare de olhar para o próprio umbigo e pense mais no próximo com compaixão, pensando em ajudar as minorias a se integrarem na sociedade e no esporte também, ainda mais o vôlei, esporte tradicionalmente praticado por meninas riquinhas e de famílias brancas. É preciso socializar o esporte, pois só assim teremos vitórias em todos os sentidos!

    1. Já ouviu falar de Adenizia da Silva, Fernanda Garay, Juciely Barreto, Sassá, Valeskinha, Walewska, Fabiana Claudino, Mara Leão? Procure saber para não repetir mentiras! Muito chato isso de repetir discurso dos outros e nem se dar ao trabalho de verificar. A falta de conhecimento, educação e cultura é que levam as estas aberrações a que estamos expostos.

    2. Olha só… a Judith além de petralha é racista: “meninas riquinhas e de famílias brancas”. Não é surpresa claro…
      Doente mental lulista.
      Vamos montar então um time com 6 trans e deixar as mulheres de verdade de fora.

    3. Há outro problema:
      .
      Os trans homem-mulher ainda podem massacrar as mulheres genuínas, mas e os trans mulheres-homens?
      .
      Esses, por falta de testosterona em quantidade adequada, na idade adequada e pelo tempo adequado (CONFORME IMPOSTO PELA NATUREZA), jamais conseguiram colocar-se entre os times masculinos a menos que haja cotas de gênero.
      .
      Criam-se campeonatos trans.
      .
      Se faltar atletas nas cidades, nos estados, é só criar um campeonato nacional.
      .
      Se ainda faltar, organiza-se um campeonato continental ou mundial.
      .
      Pode ser que não haja audiência, pois todos os potenciais expectadores estarão em quadra em alguma modalidade.
      .
      Então, é só PROIBIR essa manifestação preconceituosa, não inclusiva e burguesa chamada esporte.

    4. Voce é uma perfeita idiota esquerdista politicamente correta…Gente que nem você, com esse papinho esquerdista esta destruindo o Brasil.Cretina!

    5. QUEM DETERMINA O SEXO MASCULINO OU FEMININO É O BIOLÓGICO OU O SOCIAL? QUEM DETERMINA SE HAVERÁ O ÓRGÃO GENITAL MASCULINO OU FEMININO SERÃO OS GENES INSERIDOS NOS CROMOSSOMOS, EM ESPECIAL O X OU O Y? EM QUAL SEXO ESTÁ O CROMOSSOMO Y? TENDO O TRANS O CROMOSSOMO Y, ELE SERÁ DO SEXO MASCULINO OU FEMININO? SENDO XY, PORTANTO, SEXO MASCULINO, O MESMO AO LONGO DA VIDA TERÁ A MESMA CONSTITUIÇÃO ÓSSEA, PULMONAR E HORMONAL AO FEMININO(XX)? SE O TRANS É IGUAL A MULHER(BIOLÓGICAMENTE), POR QUE DUAS MULHERES NÃO CONSEGUEM GERAR UMA NOVA VIDA, SEM QUE HAJA A NECESSIDADE DE UM ESPERMATOZOIDE(MASCULINO E XY)? E UM TRANS(HOMEM XY) COM UMA MULHER (XX) É POSSÍVEL? SIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!

  46. Pede para as jogadoras transexuais masculinos, tirarem uma radiografia do quadril, se for igual ao quadril de sua MÃE, ela pode jogar no time feminino.

    Apesar da pelve masculina e feminina terem o mesmo desenvolvimento, existe diferença entre ambas. A região da pelve menor Masculina é mais profunda que a feminina (rasa), sua abertura superior é mais estreita e a inferior menor, enquanto a feminina é mais larga e grande, essas adaptações ocorrem para as necessidades da gravidez e parto. No homem ela encontra-se um pouco mais acima que na mulher.

  47. Se tem o dosagem de testosterona extipulada, não vejo porque não participar? ela não e nenhuma aberração, não ataca mais forte que as outras meninas, e do mesmo nível. Se uma coisa que enconada que mudam as regras. Se fosse as meninas que tivesse atuando contra eu entenderia, mas Ana Paulo já parou, mora nos Estados Unidos, não tem motivos para entrar nessa discussão, porque não compete a ela.

    1. A questão não é a dosagem de testosterona atual mas sim a construção fisiológica da atleta trans, enquanto homem. Sua estrutura corporal e óssea é de homem, sua capacidade cardiovascular e respiratória é de homem. É uma enorme vantagem em relação às mulheres. Depois não reclamem se as mulheres forem preteridas por transsexuais.

  48. Existe vida inteligente no Brasil. Uma, ao menos. O resto é composto por bípedes de cérebros amorfos, caráter medíocre e tendências sociais canhotas e canhestras. Os mais inúteis ocupam salas inundadas pela empáfia, decidindo e faturando alto em nome de um povo bizonho, submisso e otário. Os que são espertalhões, pisam em cima da lógica e mandam a ética as favas, para ganhar tudo a qualquer custo, em uma onda oportunista embalada por um ideologismo em extinção, cujas sobras privilegiam os egoístas, os mentirosos e os cretinos. O confronto torna-se a única solução para os justos.

  49. RELATIVIZAÇÃO DO SEXO BIOLÓGICO. PERGUNTINHA AOS RELATIVISTAS QUE ADORAM DESCONSTRUIR TUDO, INCLUSIVE OS CONCEITOS CIENTÍFICOS. SENDO VERDADE A EXISTÊNCIA DE GÊNEROS DIFERENTES (SOCIALMENTE E CONSEQUENTEMENTE SE SOBREPONDO AO CONCEITO CIETÍFICO), E NESTE CASO SENDO O SOCIALMENTE A VERDADE ABSOLUTA, PERGUNTO: O TRANS(HOMEM XY) DEIXARÁ DE DETERMINAR O SEXO DE UMA NOVA VIDA, CASO HAJA A FECUNDAÇÃO DO ESPERMATOZOIDE DESTE TRANS COM O ÓVULO DE UMA MULHER? OS RELATIVISTAS DIRÃO QUE O IMPORTANTE É O CONTEXTO SOCIAL. MAS OS CABULADORES DAS AULAS DE BIOLOGIA NÃO TOCAM SEQUER NO ASSUNTO, QUANDO QUEM DETERMINA O SEXO DO NOVO SER É O CROMOSSOMO Y E ELE DEIXOU DE ESTAR NO TRANS? FAÇAM O CARIÓTIPO DO TRANS(HOMEM) E VERÃO SE ELE É XX OU XY? QUANDO PRECISAREM DA CIÊNCIA, POR FAVOR, PROCUREM UM SOCIÓLOGO!

  50. Esse troço de transexuais atuarem como “mulheres” nos esportes é mais uma palhaçada de dirigentes covardes e de miolo mole que se dobram ao “politicamente” correto ou ao sexualmente incorreto! Isso dá nojo e ânsia de vômito.

    1. Ana Paula como atleta não me surpreendia, pois dela já sabia que viam resultados, como escritora, comentarista está surpreendendo, pois nada esperava!!

  51. I-R-R-E-T-O-C-Á-V-E-L!!! Mas destaco a coragem raríssima: ” Se alguém tem que ir a público e pagar um preço em nome da verdade, do bom senso e dos fatos, estou disposta a arcar com as consequências”. Os locutores e comentaristas de volei da nossa televisão vistam a carapuça.

  52. Não existe construção social na biologia. FATO!
    Espetacular! Só podemos parabenizar Ana Paula pela coragem, lucidez e até ousadia em falar VERDADES E OBVIEDADES QUE DEVEM SER DITAS SEM CERIMÔNIA!
    Em um mundo e um país onde a maioria dos famosos e conhecidos, não passam de hipócritas, covardes, doutrinados ou vendidos ideologicamente.
    Quisera outros iluminados por holofotes seguissem seu exemplo, mas lhes falta coragem ou caráter, esta é a verdade.
    E outra, triste de um país onde é necessário avisar que um texto é longo (e este nem é) ou muitos se recusam a lê-lo.

  53. MEC autoriza escolas a colocarem nomes femininos para meninos que preferem ser meninas:

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2018-01/mec-autoriza-uso-de-nome-social-na-educacao-basica-para-travestis-e

  54. Excelente!
    Meses atrás li uma matéria em um site americano sobre transgêneros em esportes olímpicos nas universidades americanas.
    Havia uma foto mostrando um transgênero negro competindo com meninas nos 100 metros rasos. O TRANSGÊNERO ESTAVA CRUZANDO A LINHA DE CHEGADA ENQUANTO AS MENINAS MAL TINHAM ULTRAPASSADO A LINHA DOS 25 METROS!
    Vamos acabar com essa loucura decadente da ideologia de gênero!
    Não é possível que o Ocidente esteja cavando a própria sepultura do seu suicídio civilizacional com essas e outras ideias horripilantes!
    Acordem, ocidentais! Vocês acham que os outros povos do mundo, que mantêm a força e vitalidade das suas tradições, vão ficar com peninha do Ocidente na hora de vencer e conquistar tudo e todos?
    Que Deus nos proteja!

  55. “MULHERES” QUE NÃO ENGRAVIDAM, NÃO TEM MENSTRUAÇÃO E FAZEM SEXO PELO KU. DESMORALIZAÇÃO DE UM BRASIL COMUNISTA QUE O POVO INSISTE EM CONTINUAR DORMINDO E NÃO EXPULSAM TODOS PARA A PQP.

  56. Excelente!
    Meses atrás li uma matéria em um site americano sobre transgêneros nos esportes olímpicos das universidades americanas.
    Havia uma foto mostrando um transgênero negro competindo com meninas nos 100 metros razos. O TRANSGÊNERO ESTAVA CRUZANDO A LINHA DE CHEGADA ENQUANTO AS MENINAS MAL TINHAM ULTRAPASSADO A LINHA DOS 25 METROS!
    Vamos acabar com essa loucura decadente da ideologia de gênero!
    Não é possível que o Ocidente esteja cavando a própria sepultura de um suicídio civilizacional com essas e outras ideias horripilantes!
    Acordem, ocidentais! Vocês acham que os outros povos do mundo, que mantêm a força e vitalidade das suas tradições, vão ficar com peninha do Ocidente na hora de vencer e conquistar tudo e todos?
    Que Deus nos proteja!

  57. Claro, claro, claro, claro !!!! Homem é homem, Mulher é mulher !!! Mutações genéticas, naturais ou artificiais, são mutações genéticas e como tal, alem de muito respeito e atenção, devem tratadas. O resto é safadeza e bandidagem.

  58. Lembrando que há pouco tempo em uma luta de MMA umx lutadorx mandou uma mulher (de verdade) para o hospital com traumatismo craniano. Mulheres, reajam contra esse absurdo enquanto podem.

  59. Sabem o que vai acontecer? Teremos no futuro só duas categorias : a masculina CP e a masculina SP.
    Mulheres não serão aceitas nos esportes por insuficiencia de desempenho.

    Em tempo:
    CP significa ComPinto

  60. Ana Paula, como sempre, cirúrgica. A esse respeito, o comediante norueguês Harald Eia fez, em 2011, um documentário transmitido em rede nacional na Noruega que abalou a credibilidade dos defensores da ideologia de gênero nos países da Escandinávia.
    O Conselho Nórdico de Ministros, que inclui autoridades da Noruega, da Suécia, da Dinamarca, da Finlândia e da Islândia, determinou a suspensão dos financiamentos até então concedidos ao Instituto Nórdico de Gênero, entidade promotora de ideias ligadas às chamadas “teorias de gênero“. A medida veio após a exibição, em 2010, do filme “Hjernevask” (“Lavagem Cerebral”), que questionava os fundamentos científicos dessas teorias – que, de fato, não passam de teorias sem comprovação empírica.

  61. Esta é a realidade, em nome de uma sociedade politicamente-correta, se nasceram homens devem competir com os homens?? não é lógico. Onde estão os veiculos de comunicação tão agressivos quando a noticia defende a violação de direitos???

  62. Prezada Sra. Ana Paula!
    Parabéns pelo irretocável o texto! E, ouso dizer, irrespondível!
    Depois de lhe ver brilhando nas quadras, causa-me orgulho ver tamanha lucidez contra esta absurda agenda político-ideológica. Lamento a covardia dos dirigentes das federações e dos clubes que se encontram acovardados perante a referida agenda.
    Um abraço!
    Flavio Vieira

  63. As feministas reclamam que os homens roubam seus postos de trabalho (entre um homem e uma mulher o empregador escolhe o homem), que recebem salários menores, blá, blá, blá.
    E , agora deixam homens (XY) fantasiados de mulheres tomar seus lugares conquistados nos esportes, nas passarelas ( existe travesti ocupando lugar de modelos mulheres), nos BANHEIROS.
    É muita estupidez !