Cunhado de Ana Hickmann é absolvido

O TJ-MG absolveu hoje Gustavo Correa, cunhado de Ana Hickmann, pela morte de Rodrigo Augusto de Pádua, que tentou matar a apresentadora num hotel em Belo Horizonte, em 2016.

Âmalin Aziz Sant’Ana, juíza do 2º Tribunal do Júri da capital mineira, concluiu que Gustavo agiu em legítima defesa. Quando foi morto, Rodrigo havia acabado de atirar contra a mulher de Gustavo, Giovana Oliveira, assessora da apresentadora.

O cunhado de Ana havia sido denunciado pelo Ministério Público por homicídio doloso (intencional), sob o inacreditável argumento de “excesso de legítima defesa”.

Deixe seu comentário

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem;
Tempo de publicação: 4 minutos

200

  1. Puxa vida as coisas aqui em Pindorama parece que estão querendo mudar, será que o poste vai parar de fazer xixi no cachorro. Mas não se alegram muito não, pq deve ter um zilhão de recursos prontos para serem lançados…

Ler mais 45 comentários
  1. Puxa vida as coisas aqui em Pindorama parece que estão querendo mudar, será que o poste vai parar de fazer xixi no cachorro. Mas não se alegram muito não, pq deve ter um zilhão de recursos prontos para serem lançados…

  2. Até que enfim A Justiça foi feita!
    Parabéns Gustavo pela sua bravura!
    Homem de verdade é aquele que toma a atitude que acha seu dever, não foge à sua responsabilidade independentemente das consequências.
    Merecia uma medalha de honra ao mérito e não processado injustamente.

  3. A principal instituição da democracia é o povo ultra armado até os dentes.

    Povo pacífico é desprezível, pisam em cima e chutam a cara.

    Apenas uma das milhares de diferenças entre a nação norte americana de base anglo protestante e a escumalha luso excomungada do bostistão sagrado e descoberto.

    Lá a terra dos livres e o lar dos bravos

    Aqui a terra dos servos e o lar dos bost**

  4. Que essa absolvição vire uma jurisdição, vire uma lei, aliás, pls nesse sentido já existem. Jair Bolsonaro mesmo tem pls da legítima defesa, do excludente de ilicitude pro policial em poperação, e pro cidadão em legítima defesa da vida e do patrimônio.

  5. Esquerdista é uma DESGRAÇA! Se atentem para a doença do jornalismo brasileiro:
    “Justiça absolve cunhado de Ana Hickmann por morte de fã em hotel de BH”- Estado de MG
    .
    https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2018/04/03/interna_gerais,948714/justica-absolve-cunhado-de-ana-hickmann-por-morte-de-fa-em-hotel-de-bh.shtml
    .
    Morte de fã? PQP!

    1. A tese de “excesso” de legitima defesa se está no Código Penal, certamente foi colocada por uma canalha, protetor de bandidos.
      Para o “jornalista” que trocou adjetivo bandido por Fã, vamos dá o nome correto para ele: militante, agente da desinfomação, palpiteiro.

  6. FINALMENTE, O MOCINHO GANHOU DO BANDIDO… 1 x 0 ….
    .
    Havia um promotor que o considerava assassino…. como conviver com essas mentes malucas?
    Uma boa noticia depois de tantas outras boas das passeatas…

  7. Iria ser um absurdo total a condenação deste rapaz. Aliás, este promotor esquerdopata ( como disseram aí embaixo) tinha que pagar os custos da defesa do cunhado da Ana e indenizá-lo por fazê-lo passar por esta situação kafkiana estressante.

  8. Publiquem o nome do promotor idiota que denunciou esse coitado.

    Deve ser um esquerdista de merd@ para variar….lixo do MP.

    Esse sujeito foi um herói, defendeu a mulher e a cunhada.

  9. Sensacional! Excelente notícia! Tomara que a liberação/ regulamentação do comércio de venda de armas torne-se uma realidade no Brasil, porque os cidadãos de bem merecem defender-se de ladrões, de psicopatas e de estupradores. Os brasileiros não podem mais aceitar pacificamente o calvário da violência cotidiana. Foi legítima defesa na mais justa medida. Parabéns ao herói que salvou sua família de uma morte trágica e premeditada.

  10. O Estado teria de ser processado pela acusação estapafúrdia de “excesso de legítima defesa” e ressarcir danos morais ao acusado. E o promotor responsabilizado por “litigação de má-fé”. É um absurdo que agora, além de termos sido desarmados pelo legislação cretina, tenhamos que deixar os criminosos nos abaterem, junto com nossas famílias, sem reagir. Como cordeiros sacrificiais, imolados pela mal. Vão se F***R

    1. Analfabeto funcional na área, não sabe o que fala. A Justiça absolveu o Gustavo. Quem o incriminou foi o Ministério Público.

  11. Se o bandido tivesse invadido o quarto de um socialista, de um militante dos direitos desumanos, de um promotor público ou de um ministro do supremo, teria sido recebido com bolo e cafezinho. Pena, deu azar.

  12. PARABÉNS TJ-MG –

     

    PARABÉNS Âmalin Aziz Sant’Ana, juíza do 2º Tribunal do Júri da capital mineira!

     

    DANDO EXEMPLO! CHEGA DE TEMER A V@GABUNDOS!

    &nbp;

    CHEGA DE INOCENTAR BANDIDOS E CONDENAR INOCENTES!

     

    CHEGA! CHEGA! CHEGA DE INJUSTIÇA! QUE A JUSTIÇA SEJA FEITA E RESPLANDEÇA SOBRE TODA ESTA NAÇÃO!

     

    PARABÉNS ANA HICKMANN E FAMÍLIA! EM FIM O ENGODO CHEGOU AO FIM!
    QUE DEUS VOS ABENÇOE E VOS DER PAZ!

     

    O CIDADÃO DE BEM TEM O DIREITO E DEVER DE DEFENDER A SI E OS SEUS FAMILIARES!

     

    OLHE POR NÓS SENHOR! OBRIGADO MEU DEUS!

    1. Cala a boca piolhento socialista! Queremos ser que nem à você não, fididu, feio, e piolhento!

    1. FELIZMENTE O BOLSONARO SERÁ O NOVO PRESIDENTE E COISAS COMO ESSA NUNCA MAIS VÃO ACONTECER.

  13. Alyiza concluiu nada , somente espalmou a decisão do júri popular . A vítima já estava totalmente subjugada quando o autor continuou atirando . Se houve excesso é uma coisa , dizer que fez em legítima defesa é equívoco .

  14. No país onde uma chapa de presidente e vice é absolvida por excesso de provas, tudo é possível.
    Mas que por.ra de nome é esse “Âmalin Aziz Sant’Ana” achei que tivesse dado pau no site…
    Justo!! Boa, Gustavão!!! C é um herói, cara!! Mesmo que o FDP estivesse de quatro, depois de ter atirado na tua mulher, c tinha que encher de bala mesmo! É obrigação! Parabéns!!
    Até que enfim uma boa notícia vinda do poder judiciário.