Dois mortos na Rocinha

A semana começou na Rocinha.

Após intenso tiroteio perto das 11h, duas pessoas morreram.

16 comentários

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  1. O governo se aoavorou com a publicidade positiva do exercito, com balinhas para a criançada, eos tirou rapidinho, a despeito do que a populaçao precisava. E necessario ente der que quem esta matando e o governo…

  2. Fico me perguntando, o que leva uma família de bem e de trabalhadores honestos insistir em morar nesse lugar MACABRO E INSALUBRE, onde um dia, simplesmente pode-se perder um filho, uma mãe de família, um pai e etc…
    Porque insistem em morar aí bem no meio de uma guerra suja e insana onde a vida vale ZERO? Qual é o grande segredo? Qual é a grande fascinação? A proximidade da praia? A proximidade do trabalho? O gatonet? A luz grátis? A água grátis?
    Não é melhor morar em Campo Grande ou em Santa Cruz onde é comprovadamente mais seguro? Digo isto porque tenho funcionários que moram nestes lugares e jamais pensariam em viver na favela, porque prezam mais por seus entes queridos do que as facilidades que a favela oferece.
    Atenciosamente.

    1. Ué? Só tem pobre na favela?
      Essa é boa!
      Só sei que não Rocinha tá cheio de pobre ostentação!
      Sei o que é ser pobre claro, evidente que não é necessário ser para saber.
      Se todos os pobres resolvessem morar nas favelas… xá pra lá!
      Acho que o Sr. se deu conta da bobagem que falou!
      Em tempo: na Rocinha tem pessoas que ostentam mais que em Campo Grande e Santa Cruz!
      Ou estou mentindo?

    2. Na Venezuela é que está certo. Lá ricos preferem a vista do alto dos morros.
      Para o Rio a solução é fácil: aplaina os morros e joga a terra na Baía de Guanabara.
      Quem não gostar que vá para o interior do país.

  3. Mais dois mortos.
    O RJ voltou à rotina e a sua condição normal e usual.
    E o país, contribuindo com uma guerra do Iraque todos os anos, com mais de 60.000 mortos e contando.
    Tudo normal no Brasil, a terra do eterno e inabalável Estado Democrático de Direito. Dos marginais, obviamente.