Justiça suspende PPP da iluminação em São Paulo

O juiz Alberto Alonso Muñoz, da 13ª Vara da Fazenda Pública, suspendeu o contrato da PPP (parceria público-privada) da iluminação da cidade de São Paulo.

Muñoz concedeu a liminar em ação popular movida em decorrência dos áudios envolvendo a então diretora do Ilume, Denise Abreu, que sugerem pagamento de propina pelo consórcio vencedor da licitação, o FM Rodrigues.

João Doria já havia demitido Abreu e suspendido a licitação, medida que o juiz considerou insuficiente –por isso a suspensão do contrato (de R$ 7 bilhões, com validade de 20 anos). Cabe recurso da sentença.

Comentários

  • Silvio -

    E o Bruno Covas vai mexer no trânsito de São Paulo, extinguir as ciclovias, sincronizar os semáforos, aumentar velocidades, reformular os corredores, etc ou vai continuar sendo bun dão quanto seu ex-chefe?

  • R.I.P. -

    Quer dizer antes não fazian nada, como e o caso da m***@ da Receita federal q o meliante tem aumento de 200% no seu patrimonio e a dita pega os tecibos medicos de 50 reais a mais! E agora vão acabar com a PPP ( não q eu seja a favor, sou contra essa mescla, tudo q tem governo é sinonimo de falcatruas!) nas acabar com todo o processo, ao inves da empresa e das pessoas ligadas, somente se for provado q o valor e superior, aliás isso foi feito no PAN, na COPA, e na Olimpíadas do Cocô, e denovo não fizeram nada, alias todas as obras são superfaturadas! Eu falo tudo q o giverno põe o pitaculo e para sacanear não presta!!

  • Alex -

    Denise Abreu é aquela "amiga" do Olavo de Carvalho, os quais faziam teleconferências na internet contra a corrupção?

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