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Na Rocinha, mata-se polícia 'como se mata galinha', diz Pezão

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Luiz Fernando Pezão se encontrou com moradores da Rocinha no Palácio Guanabara e pediu ajuda deles para enfrentar a violência na favela.

O governador do Rio disse que não pode controlar a entrada de armas no estado. “O Rio é uma peneira porque é cercado de rodovias federais. Eu não posso patrulhar as rodovias e a Baía de Guanabara.”

Pezão também se queixou das pessoas que questionam a política de segurança, mas “alimentam o tráfico de drogas”. “Isso é uma grande vergonha. Se tem guerra pelo comando, é porque tem consumidor e dá dinheiro.”

“Eu quero que vocês me ajudem também, me deem o caminho. Eu não quero botar polícia lá trocando tiro o tempo inteiro. No Rio ano passado foram 134 [policiais mortos], isso não é normal. Se mata polícia aqui como se mata galinha.”

Comentários

  • contribuinte -

    Eles são incompetentes. Mas a sociedade é bem calhorda mesmo. Reclama da violência, mas compra droga pra se divertir. No caso da drogas, nem adianta espernear e ficar vomitando teses; se não houvesse consumo, não haveria tráfico. E isso tem muito pouco a ver com dependência, vício. Deve ter maconha até nos seminários sobre a violência. Muitos doutores adoram a erva.

  • Legalização -

    O consumo de maconha faz parte da cultura do povo carioca, muitos artistas e intelectuais a utilizam, por isso sou a favor da legalização da maconha no Rio de Janeiro.

  • Impávido -

    Curioso: o camarada reconhece que é impotente para pelo menos tentar resolver o problema mas não larga o osso do governo por nada desse mundo.Curioso mesmo. Aí tem.

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