O documento do Vaticano que afasta padre brasileiro acusado de abusos sexuais contra freiras e noviças

O Antagonista teve acesso à carta que afasta o padre goiano Jean Rogers Rodrigo de Souza, conhecido como padre Rodrigo Maria, das atividades sacerdotais.

O documento — veja a íntegra clicando aqui –, escrito em latim, foi assinado em 3 de janeiro deste ano pelo prefeito da Congregação para o Clero, o cardeal italiano Dom Beniamino Stella.

A “demissão do estado sacerdotal”, como se diz na Igreja Católica, é a punição mais rigorosa, abaixo apenas da excomunhão, quando a pessoa deixa de ser reconhecida como católica.

O padre é acusado de abusar sexualmente de, pelo menos, 11 ex-freiras e ex-noviças da Fraternidade Arca de Maria, fundada por ele em Goiás.

Quando surgiram as primeiras denúncias, Rodrigo acabou sendo transferido para o Paraguai. Nesta semana, a Diocese de Ciudad del Este tornou pública a dispensa do religioso (veja o documento clicando aqui), que, na campanha presidencial do ano passado, gravou um vídeo pedindo votos a Jair Bolsonaro. Eduardo Bolsonaro chegou a replicar, nas redes sociais, uma mensagem do religioso.

Comentários

  • Cristiano -

    Vão atrás da informação correta. O Padre Rodrigo Maria pediu dispensa e o Papa Francisco aceitou. Até o momento, nada relacionado com abusos ditos por ele cometidos.

  • Augusto -

    Toda essa vergonha mundial é culpa do Vaticano, que obriga os clérigos ao infame celibato.

  • Adriano -

    Aos que estão lendo esta matéria e querem descobrir a verdade, recomendo que entrem no site Templário de Maria ou procurem pela página no facebook. Foram publicadas algumas notas de esclarecimento

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