"O Exército matou meu filho, o Exército matou meu filho"

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A mãe de Luciano Macedo, o catador de lixo morto por militares ao tentar ajudar a família cujo carro foi fuzilado em Guadualupe, zona oeste do Rio, contou durante o enterro do filho que ele morava em um barraco próximo a uma Vila Militar e dizia estar seguro ali.

“Ainda falei para ele: ‘Vai fazer barraco aí?’. Ele disse: ‘Fica calma, coroa, o Exército está ali, a gente está seguro’. O Exército matou meu filho, o Exército matou meu filho.”

Aparecida Macedo afirmou que os militares não prestaram assistência durante os 11 dias em que o filho ficou internado.

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“Foi uma covardia o que fizeram com meu filho. Eles não foram me perguntar nem se precisava de um copo d’água.”

Comentários

  • EDUARDO -

    Um dia vi um cão tomado por bicheiras por todo corpo. Morto vivo apodrecendo sem q ninguém ajudar. Qualquer lixo bolsonarista que apoie execuções por milicianos ou semelhantes é pior que o cão.

  • EDUARDO -

    Flávio quer descriminalizar "autos de resistência" e acontece isso. Qdo queria liberar armas houve massacre na escola. Sempre do lado errado. Quantos milicianos voltarão à ativa se descrimilariz

  • Almanakut -

    O que está errado é dar 80 tiros e não ter matado todos os que estavam no carro e próximos dele. É se outro exército enfrentar o nosso e acertar 80, com 80 tiros?

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