Terroristas islâmicos e o “outro lado” da Folha de S. Paulo

A Folha de S. Paulo, hoje, publica o texto de um rapaz franco-argelino apresentado apenas como “mestre em comércio internacional pela Inseec”. No texto, ele diz que, “como muçulmano”, ficou “chocado” com as charges publicadas pelo Charlie Hebdo, que ridicularizavam “a figura do profeta, mostrado às vezes em cadeira de rodas, às vezes deitado nu”. As imagens, segundo ele, “contribuíram para intensificar a estigmatização dos muçulmanos na França”. O que contribui para intensificar a estigmatização dos muçulmanos – e a Folha de S. Paulo deve saber disso – é o massacre de doze pessoas inocentes, entre chargistas, jornalistas e policiais, por parte de fanáticos muçulmanos. Nesse caso, não existe o “outro lado”.


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