O ministro da Educação e o livro de 'Kafta'

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Em sua audiência no Senado, Abraham Weintraub se confundiu numa referência a “O Processo” e chamou o autor, Franz Kafka, de “kafta”, o prato árabe.

“Tá escrito ‘inquisitorial e sigiloso’. Que eu saiba, só a Gestapo fazia isso. Ou no livro do Kafta ou a Gestapo”, disse o ministro da Educação sobre um processo que sofreu.

O Antagonista sugere atualizar o início de “A Metamorfose”:

“Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num espetinho de carne.”

Clique abaixo para assistir ao vídeo.

Comentários

  • Cleide -

    O motivo da troca de Kafta por Kafka é que todo semita, embora não admita, não é kosher, adoro comida árabe, espetinho de carneiro.

  • José -

    Os Antas são tão engraçadinhos! Eles nunca erram! BABACAS!

  • Gileno -

    Que notícia excelente!

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