"Se cortou o c... do Porchat, corta o c... do Diogo"

A Folha de S. Paulo, que está indignada com meu xingamento a Kakay, no finzinho do Manhattan Connection, procurou Lucas Mendes para esclarecer o episódio.

Ele explicou que o palavrão foi tirado de contexto por um corte feito em outro momento do programa. No primeiro bloco, Fábio Porchat citou Olavo de Carvalho e soltou o xingamento que, mais tarde, seria reciclado por mim.

Lucas Mendes disse:

“Neste caso, foi cortada uma parte que estava ligada à segunda, que ficou. E gerou a fedentina. A Cultura cortou e o xingamento de Diogo ficou gratuito. Esse problema de corte pode ter consequências que você não imagina. Se cortou o c… do Porchat, corta o c… do Diogo (risos). O bode seria menor.”

Ele disse também:

“Conseguimos viver 28 anos na Globo com raríssimos cortes e pouquíssimos pedidos de desculpa. Mesmo sendo uma empresa muito mais cheia de ‘tremeleques’, a gente não teve tantos problemas quanto em 3 meses de Cultura.”

A Folha de S. Paulo perguntou se eu seria punido pelo palavrão. Ele respondeu:

“A gente tem um pacto, protegemos o fato de cada um poder falar o que quiser. Não é bacana insultar o convidado, mas o Diogo tem essa característica. Agora, o que vou fazer? Vou pedir para o Diogo ficar de costas no cantinho do quarto dele?”

Se eu soubesse que o xingamento de Porchat seria cortado, provavelmente teria evitado a referência a Olavo de Carvalho e mantido apenas o palavrão.

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