A Semana em 5 Pontos: Bolsonaro e Toffoli ativos no recesso em Brasília

Diego Amorim está de volta com A Semana em 5 Pontos em vídeo (assista abaixo).

1) Jair Bolsonaro pode analisar nos próximos dias o Orçamento deste ano, já aprovado pelo Congresso.

Na semana passada, o presidente recuou e sinalizou mais de uma vez que deve sancionar o fundo eleitoral de 2 bilhões de reais — dinheiro público para abastecer as campanhas das eleições municipais.

2) Por falar em eleições municipais, alguns partidos já divulgaram os seus candidatos nas principais capitais e vamos continuar revelando esses nomes.

As eleições deste ano são fundamentais para testar a força do apoio do governo, dimensionar o tamanho da esquerda no Brasil e o discurso da nova política.

3) No Congresso, que ficará de recesso janeiro inteiro, acompanharemos os bastidores para as sucessões nas lideranças dos partidos.

Em fevereiro, quando deputados e senadores voltarem do longo descanso, haverá um troca-troca generalizado. O cargo de líder é importante porque reflete o sentimento da bancada e é ele quem orienta as votações no plenário.

4) Outro assunto importante diz respeito à criação da figura do juiz de garantias, sancionada por Jair Bolsonaro no âmbito do pacote anticrime.

Na próxima sexta-feira, terminará a consulta pública do Conselho Nacional de Justiça sobre implementações e estruturação da medida.

Mas isso não impede que antes disso o plantonista do STF, Dias Toffoli, tome uma decisão sobre as ações apresentadas ao tribunal questionando o juiz de garantias.

5) Por fim, longe de Brasília, monitoraremos todos os passos dos Estados Unidos e do Irã após a tensão aumentar entre os dois países com o ataque que matou o Qassem Soleimani, na última quinta-feira.

Bom dia, boa semana e um ótimo ano.

Comentários

  • Karmen -

    quem diria que o anti pt do bolsonaro seria o gde amigo do petista d primeira linha toffoli....quem diria...traidor...este nunca mais...dá isso rab pres

  • Lili -

    Olá, Diego. Ótimo ano para você.

  • Nelma -

    Derrubamos o PT e derrubaremos o Bolsonaro. Moro 2022.

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