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Paulo Marinho provoca Bolsonaro: "Quem quer o mandato do Flávio é o MP"; assista

Em vídeo publicado nas redes sociais, o empresário e suplente do filho 01 também afirma que Gustavo Bebianno "não esqueceu" o presidente
Paulo Marinho provoca Bolsonaro: “Quem quer o mandato do Flávio é o MP”; assista
Foto: Reprodução/Instagram

O empresário Paulo Marinho (foto) provocou Jair Bolsonaro após o presidente afirmar que “ele é o maior interessado na cadeira do Flávio Bolsonaro”A declaração foi dada hoje em entrevista à Jovem Pan depois de uma pergunta sobre rachadinha feita por André Marinho, filho do empresário. Como mostramos, Bolsonaro se irritou e abandonou a entrevista.

Em resposta ao presidente, Paulo Marinho, que é suplente de Flávio Bolsonaro no Senado, disse, em vídeo publicado nas redes sociais há pouco, que quem quer o mandato do filho de 01 do presidente é o Ministério Público. Flávio é investigado por suposto envolvimento em esquema de rachadinha quando era deputado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

“Eu fiquei absolutamente surpreso com a maneira descortês que você tratou meu filho. Eu sempre tratei os seus muito bem. Sabe qual é a diferença entre nós, capitão? É que eu eduquei o meus filhos para serem honestos, pessoas do bem e para não temerem os poderosos, como você. Aliás, Capitão, pare de repetir essa ladainha de que eu quero o mandato do seu filho Flávio Bolsonaro. Quem quer o mandato de Flávio Bolsonaro é o Ministério Público, não sou eu”, afirma Paulo Marinho no vídeo.

Ainda na gravação, o empresário, que apoiou o atual presidente nas eleições de 2018 e hoje é seu desafeto, menciona Gustavo Bebianno, ex-ministro e coordenador da campanha de Bolsonaro que morreu no ano passado.

“Você se lembra do nosso amigo Gustalvo Bebianno? Com certeza você já se esqueceu, mas ele não se esqueceu. Pode ter certeza disso. Quando você estiver chorando no banheiro do Palácio, lembre-se dele, capitão. Ele não se esqueceu.”

De aliado a inimigo do presidente, Bebianno foi o pivô de uma das primeiras crises do governo Bolsonaro.  

Em dezembro do ano passado, Renata Bebianno, viúva do ex-ministro, afirmou em depoimento à Polícia Federal e ao Ministério Público que destruiu o último celular do marido, segundo a Folha. Ela foi ouvida na investigação sobre esquema de disparos de WhatsApp na campanha de Jair Bolsonaro em 2018.

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